quinta-feira, 21 de outubro de 2010

soube de ti

"love" ilustração de  Berk Ozturk










Por portas e travessas
Soube de ti
Tua história
Teus tormentos
Teus encantos
Teus intentos

Teus amigos
Diziam teu nome sorrindo
Empolgando teus feitos
Diziam de tuas malícias
Teus poderes
Teus feitiços
Teus defeitos

Era aviso constante
De interdição permanente
E ainda assim...
Caí
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Etiquetas:

14 Comentários:

Blogger Leonardo B. disse...

[como um dança, um passo de dois arrumado apenas num, num só]

um imenso abraço,

Leonardo B.

21 de outubro de 2010 às 21:01  
Blogger AC disse...

Caímos vivendo, levantamo-nos vivendo e, se possível, de braço dado com a poesia...

Beijo :)

21 de outubro de 2010 às 21:20  
Blogger Zélia Guardiano disse...

Ah, querida Maria Ivone, que a vida é feita de quedas, tropeços, escorregões!
Prece ser sina, isso que nos induz a caminhar, muita vez, rumo ao precipício...
Com muito gosto assinaria contigo, embaixo do lindo poema!
Enorme abraço e beijinhos

21 de outubro de 2010 às 23:00  
Blogger dade amorim disse...

Os acontecimentos nem sempre dependem de nós, nem sempre tomam o melhor rumo - é a vida, em toda sua expressão. Uma correnteza mais forte do que nós.

Um beijo, querida.

22 de outubro de 2010 às 01:59  
Blogger Lucão disse...

o amor também é inconsequente
:)

22 de outubro de 2010 às 18:00  
Blogger Lilá(s) disse...

E a poesia continua!! quem me dera ser poeta...
Bjs

23 de outubro de 2010 às 22:20  
Blogger Insana disse...

Viver é camiar devagar, para nao cair.

bjs
Insana

24 de outubro de 2010 às 19:38  
Blogger Andrea de Godoy Neto disse...

é porque somos bem assim, apesar dos avisos, olhamos para o abismo e nos lançamos. Ainda bem! O que seria da vida se evitássemos os melhores tombos?

beijo imenso, MariaIvone

24 de outubro de 2010 às 21:49  
Anonymous Fred Caju disse...

Muito, muito bom. Gostei demasiadamente. Parabéns!

25 de outubro de 2010 às 02:30  
Blogger Luria Corrêa . disse...

Às vezes passamos por cima de todas as barreiras que possam aparecer sob nossa frente por um amor, que tudo é normal, ou pelo menos até o dia em que tudo pode desmoronar, mas o amor não escolhe alvos ou lugares, muito menos tempo ou caminho.

Lindo poema Mariaivone, adorei.

beijos e boa semana :)

25 de outubro de 2010 às 23:09  
Blogger Renata de Aragão Lopes disse...

Mas que queda deliciosa! : )

Adorei o poema!

Beijo doce de lira,
Renata Aragão

26 de outubro de 2010 às 03:13  
Blogger Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Pipetamiga

Eu sou mais prosa, mas gosto igualmente de poesia. E esta tua simples, leva-me a que te diga que assim dá-me prazer. Muitos parabéns.

Amiga

Chego aqui por intermédio do nosso Amigo AC e estou muito satisfeito por te ter encontrado. O teu blogue é muito interessante, e bem escrito. O que, para mim, que sempre ganhei a vida a produzir prosa tão honesta quanto possível, ( sou jornalista e dizem que também escritor, dizem…) é motivo acrescido de satisfação.

Espero que me retribuas a visita e deixes comentários na Minha Travessa. Obrigado

Qjs = queijinhos = beijinhos

NB – Peço-te desculpa, mas tenho de referir que este é um texto base, ainda que com algumas apreciações individuais e específicas. Infelizmente não sou dono do tempo, e a sê-lo seria uma chatice… Para que não haja dúvidas. Mas, é sincero.

26 de outubro de 2010 às 20:29  
Blogger Maria João disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

27 de outubro de 2010 às 12:36  
Blogger Maria João disse...

MariaIvone

Caímos sempre! As quedas fazem parte, sem elas nem a vida seria completamente vivida.

Escreve, sobre o mais profundo, utilizando a semântica simples das palavras. Bonito isso!

Um beijinho

27 de outubro de 2010 às 12:37  

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