quarta-feira, 29 de setembro de 2010

ausência

Ausência, óleo e mista sobre cartão, Sérgio Nunes











Fazes-me falta!
Ainda que não estejas
preciso saber que és
Ainda que não me abraces
preciso saber que estás
Ainda que não me beijes
preciso saber
que te posso ter
.

Etiquetas:

23 Comentários:

Blogger fouad talal disse...

e pode?

29 de setembro de 2010 às 02:42  
Blogger Andrea de Godoy Neto disse...

porque o impossível não existe, tudo pode-se.

eu achei perfeito, MariaIvone!

beijos muitos, querida amiga!

29 de setembro de 2010 às 02:47  
Blogger Luís Coelho disse...

Um novo pensamento partindo daquilo que somos e podemos. Basta sonhar e acreditar numa amizade que se faz presente naqueles momentos em que nos sentimos mais sós.

29 de setembro de 2010 às 06:16  
Blogger Krol Rice disse...

Olá. Te sigo ha alguns meses e adoro tudo o que vc escreve. Gostaria te te apresentar meu trabalho: www.krolrice.blogspot.com Seria um hora se vc me seguisse tbm! Bjs

29 de setembro de 2010 às 15:22  
Blogger Zélia Guardiano disse...

Muito lindo, MariaIvone!
É sempre bom saber que temos, ali, à mão, quem nos faz falta...
Também tirei versos da gaveta, hoje: penso que vibramos, querida, na mesma frequência!
Que bom!
Abraço apertado e beijinhos.

29 de setembro de 2010 às 15:23  
Blogger Renata de Aragão Lopes disse...

Amor...

Beijo,
Doce de Lira

29 de setembro de 2010 às 16:23  
Blogger dade amorim disse...

Um tema eterno e sem fim, mais um bonito poema.
Beijo, querida.

29 de setembro de 2010 às 20:28  
Blogger Maria João disse...

MariaIvone

A simplicidade das palavras certas para dizer a única verdade que suporta todas as nossas inseguranças.

Maior que a soma de todos os abraços, imenso no que é a essência humana.

Um beijinho

30 de setembro de 2010 às 00:43  
Blogger Domingos Barroso disse...

Em ausência plena
a solidão revigora-se
...

beijo carinhoso.

30 de setembro de 2010 às 01:14  
Blogger manuela baptista disse...

Maria Ivone

fazendo-nos falta
sabemos quem é...

gosto tanto, dessa ilustração de uma ausência!

um beijo

manuela

30 de setembro de 2010 às 16:24  
Blogger AC disse...

A ausência personificada no que se quer ter...
A Maria Ivone é daquelas pessoas que não sabe escrever mal. Ainda bem.

Beijo :)

30 de setembro de 2010 às 23:08  
Blogger Insana disse...

Por que precisas tanto assim?

Bjs
Insana

1 de outubro de 2010 às 21:48  
Anonymous Fred Caju disse...

A presença só faz sentido se a ausência for sentida.

1 de outubro de 2010 às 22:48  
Anonymous Fred Caju disse...

Muito bom por aqui. Voltarei mais vezes.

1 de outubro de 2010 às 22:49  
Anonymous Florisbella disse...

"preciso saber
que te posso ter"

Amém

kkkkkkk

Beeeijos

3 de outubro de 2010 às 21:07  
Blogger Batom e poesias disse...

Uma vez escrevi que "tristeza e saudade" tem sempre o nome de alguém...
Lindo poema, querida.

Você pode tudo!
bj

Rossana

4 de outubro de 2010 às 13:37  
Blogger Lilá(s) disse...

Eu vou sonhando...e assim sobrevivo...~Beijinhos

4 de outubro de 2010 às 21:58  
Blogger Lídia Borges disse...

E tudo por tão pouco!...
É assim que se vê como é mágica a poesia.


Um beijo

7 de outubro de 2010 às 15:15  
Blogger Insana disse...

"Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças"
Charles Darwin


Bjs
Insana

7 de outubro de 2010 às 20:29  
Blogger Graça Pereira disse...

Ás vezes, há ausências...muito presentes!!
Gostei do qie li e...fiquei.
Beijo
Graça

8 de outubro de 2010 às 13:10  
Blogger Lilá(s) disse...

Fazes falta, volta breve...pode ser sem fondue rsrsrsr
Bjs

9 de outubro de 2010 às 22:46  
Blogger Juliana disse...

adoro teu blog!
sempre te acompanho!
te sigo
http://sucumbindoaodestino-juliana.blogspot.com/

beijao

27 de outubro de 2010 às 00:07  
Blogger Salto de Pardal disse...

Lembrei-me deste poema e de ti minha amiga.

O que me dói não é
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão...

São as formas sem forma
Que passam sem que a dor
As possa conhecer
Ou as sonhar o amor.

São como se a tristeza
Fosse árvore e, uma a uma,
Caíssem suas folhas
Entre o vestígio e a bruma.

F. Pessoa

19 de julho de 2011 às 11:27  

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